Conservar e promover o uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável de toda a humanidade.
O ODS 14 — Vida na Água — defende os oceanos: os grandes reguladores do clima da Terra, a fonte de proteína de 3 bilhões de pessoas e o lar de mais de 250.000 espécies conhecidas. Com 7.491 km de costa, o Brasil é uma das maiores potências marinhas do mundo — mas essa riqueza está ameaçada pela poluição, pela pesca predatória e pelas mudanças climáticas.
Os oceanos cobrem 71% da superfície terrestre e produzem metade do oxigênio que respiramos. São o maior sumidouro de carbono do planeta — absorvem cerca de 30% das emissões de CO₂ e 90% do calor gerado pelo aquecimento global. Mas essa função vital está sendo comprometida: a acidificação dos oceanos — causada pela absorção de CO₂ — já corrói conchas e esqueletos de organismos marinhos.
A poluição plástica é outra ameaça devastadora. Estima-se que haja 170 trilhões de partículas de plástico flutuando nos oceanos. O Brasil é um dos maiores contribuidores de poluição plástica marinha do mundo, principalmente pelos rios que desembocam no oceano carregando resíduos das cidades.
A Amazônia Azul — como é chamada a Zona Econômica Exclusiva brasileira — possui 3,6 milhões de km², riquíssima em recursos minerais, petróleo, gás e biodiversidade. O Brasil também abriga a maior reserva de corais do Atlântico Sul, no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, e ecossistemas únicos como os manguezais — berçários naturais para peixes, crustáceos e berçários da vida marinha.
O SELO ODS BRASIL certifica organizações que reconhecem os oceanos como patrimônio comum e agem para protegê-los. Cuidar do mar não é obrigação apenas de quem vive na costa — é responsabilidade de qualquer organização que consome, produz e descarta.
A Amazônia Azul é o nome dado à Zona Econômica Exclusiva (ZEE) brasileira — área de 3,6 milhões de km² no Atlântico onde o Brasil tem direitos exclusivos sobre recursos naturais. Mais recentemente, o Brasil pleiteou junto à ONU a extensão da plataforma continental, que somaria mais 900 mil km² à Amazônia Azul.
Os resíduos plásticos descartados inadequadamente nas cidades são carregados pela chuva para galerias pluviais, córregos e rios, que desembocam no mar. O rio Tietê, por exemplo, carrega toneladas de resíduos plásticos que acabam no Oceano Atlântico. Estima-se que 80% da poluição plástica marinha vem de fontes terrestres.
Certifique seu compromisso com o ODS 14 e demonstre responsabilidade com a vida marinha e os recursos hídricos do Brasil.
Quero o SELO ODS BRASIL